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Bailarino mostra suas reflexões sobre amores perdidos

13 de setembro de 2017 Foto: Divulgação



 

Um espetáculo solo de dança, baseado em reflexões “sobre as dores dos amores perdidos”. Assim é ‘De profundis’, que será apresentado em João Pessoa na noite desta quinta-feira (14) pelo bailarino Admilson Maia.

Para construir ‘De profundis’ – o título de um livro do irlandês Oscar Wilde – Admilson se utilizou de um drama familiar nascido da desilusão amorosa.

“A personagem é real. Levava uma vida normal, quando sofreu decepção amorosa e a fechou-se em si mesma. Apesar da medicina não ter diagnosticado doença psiquiátrica, ela foi ao fundo do poço: descuidou da aparência, desligou-se das obrigações, desistiu de viver; agia feito louca rodopiando pela casa, oscilando entre momentos de razão e desatino”, contou em recente entrevista, sobre o que o público vê no palco.

O espetáculo dura 40 minutos e exige do bailarino muita concentração, preparação física e, fundamentalmente, equilíbrio. Durante 15 minutos Admilson gira sem parar (ao menos no espetáculo configurado para um palco grande, o que não se sabe se ocorrerá no Geeks, pub onde será a apresentação desta quinta).

A apresentação tem a seguinte estrutura: ‘Processional’, ‘Para minar os abandonados’, ‘Querendo se encontrar’ (solo 1), ‘As danças da vida’ (solo 2), ‘Romarias da libertação – a mistura’, ‘O retorno nas dobras da solitude’ (solo 3), ‘Epifanias das liberdades extáticas’ (solo 4) e ‘Só sei que não vou por aí…’.

Ficha técnica

Concepção geral, coreografias e execução dos solos: Admilson Maia

Direção artística: Nivaldo Rodrigues e Silvano Monteiro

Arremates e roteiro: Marcos Moraes e Lemuel Guerra

Música: Jorge Ribas

Sonoplastia: Andrews Tadeu

Concepção de luz: Admilson Maia

Execução de luz: Jorge Luiz Ribeiro

Figurino e maquiagem: Admilson Maia

Quem é

Bailarino, coreógrafo e intérprete, o paraibano Admilson Maia também é ator e preparador de atores e bailarinos. Tem 12 montagens no currículo, entre elas o espetáculo ‘Desejos’, que fez turnê em 1994 e com a qual foi premiado em nível nacional.

Fez também ‘Alvará’, quando atuou junto com o Ballet Stagium e a Prefeitura de São Paulo. A Mah, sua companhia de teatro e dança, existe há 23 anos.

Admilson Maia morou em Lausanne, onde fez residência coreográfica na Companhia Felipe Saire. Ainda na Suíça trabalhou com a escritora brasileira Cássia Navas.

Admilson trabalhou com a coreógrafa alemã Fabiana Abramovich e atuou na Companhia Moncho Rodrigues, esta última de Portugal, para onde deve regressar em janeiro.

Serviço:

‘De profundis’ – Bailarino Admilson Maia

14/9 – 21h30 | Geek’s Pub – Av. Antonio Lira, 86 – Tambaú | João Pessoa-PB | Ingresso: R$ 5

 

(Da Redação)

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